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04 dezembro 2006

Medan - Indonésia

Mesquita - Medan - Indonésia

Oficial da alfândega - Indonésia

De Berastagi fui para Medan, a quarta maior cidade indonésia e a maior de Sumatra com mais de 4 milhões de habitantes.

A cidade não é propriamente interessante. Apenas uma grande metrópole cheia de agitação e onde se percebe imediatamente a poluição que paira no ar. No entanto, é a partir desta cidade que se embarca no ferry boat que liga a enorme ilha de Sumatra à pequena ilha de Penang na Malásia e foi esse o principal propósito da minha estadia na cidade.

As formalidades de saída da Indonésia foram particularmente fáceis para mim pois no autocarro que me levou até ao ferry dividi o lugar com uma oficial da alfândega indonésia que, logo que chegámos ao posto fronteiriço, se aprontou de tratar de toda a minha documentação. Só tive que prometer que voltava no próximo ano para a rever!

03 dezembro 2006

Berastagi - Indonésia



Monte Sibayak (ao fundo) - Berastagi - Indonésia

A caminho do vulcão - Berastagi - Indonésia

Eu junto ao vulcão fumegante - Berastagi - Indonésia

Mais conformado com as diferenças que a Indonésia representa, decidi seguir para Berastagi com o intuito de subir ao Monte Sibayak, a 2100 metros de altura, e visitar o vulcão fumegante que ali se encontra.

Assim, ao segundo dia em Berastagi bem pela manhã e na companhia de duas viajantes australianas encetámos a caminhada de mais de três horas até ao topo. O caminho apesar de muito inclinado tem trechos de pura selva e é de uma beleza assinalável mas a chegada à cratera fumegante é sem dúvida o momento do dia.

Ali vive-se o vulcão. É o som e o cheiro do fumo de enxofre a sair das entranhas da terra e é fundamentalmente estar tão perto deste mistério da natureza que sentimos que pode explodir a qualquer momento. Que experiência!

30 novembro 2006

Ilha de Samosir (Lago Toba) - Indonésia

Imagem de Satélite do Lago Toba - Indonésia


Lago Toba - Indonésia

Miúdos a regressar da escola - Samosir - Indonésia


Da tranquilidade do Lago Maninjau voltei a Bukkitinggi para apanhar o autocarro VIP com A/C das 5 da tarde para Parapat, junto ao Lago Toba, que supostamente deveria chegar ao destino por volta das 7 da manhã do dia seguinte.

A viagem que era suposto começar às 5 da tarde começou já por voltas das seis e as 14 horas que era suposto demorar transformaram-se em 18. Mas o pior de tudo é que na Indonésia é permitido fumar nos autocarros e os indonésios são fumadores inveterados. Para piorar as coisas o A/C funcionou sempre a temperaturas escandinavas. Numa viagem de 18 horas isso representou para mim uma noite de frio e uma enorme dor de cabeça e de olhos tanto era o fumo a bordo.

Felizmente a paz e a tranquilidade que vivi durante os 3 dias que passei no dolce fare niente no Lago Toba foi suficiente para dissipar todas estas mazelas.

27 novembro 2006

Maninjau - Indonésia


Vista do Lago Maninjau - Indonésia

Vista do Lago Maninjau - Indonésia

Como em Bukittinggi não havia muito para fazer decidi mudar-me para Maninjau.

Maninjau é uma pequena vila que fica junto a um lago com o mesmo nome. O Lago preenche a cratera de um pequeno vulcão extinto e o caminho para lá mostra isso mesmo. Primeiro sobe-se e do topo pode-se avistar a totalidade do lago e da cratera. Depois descem-se as 44 curvas e chega-se ao bonito e tranquilo lago.

A Indonésia nos últimos anos, devido a alguns atentados terroristas, catástrofes naturais e alguns problemas para a atribuição de vistos, tem perdido imensos turistas. É uma pena ver as infra-estruturas, que há uns tempos estavam repletos viajantes, hoje em dia a definhar.

26 novembro 2006

Bukittinggi - Indonésia

Autocarro para Bukittinggi - Indonésia


Torre do Relógio - Bukittinggi - Indonésia


Como Singapura é um país pequeno a minha estada por lá foi proporcional. Num sábado bem pela manhã apanhei um ferry boat que me levou até à Indonésia, mais propriamente à ilha de Batam.

De Batam apanhei um voo doméstico até Pekanbaru na ilha de Sumatra, onde pernoitei. No dia seguinte apanhei um autocarro para Bukittinggi mais no interior da ilha. Demorei cerca de oito horas a percorrer os 220 km que separam as duas cidades.

Viajar na Indonésia não é fácil!