30 abril 2008

Toubkal - Marrocos

A subida - Toubkal - Marrocos


Vista - Toubkal - Marrocos

Eu no topo do Jbel Toubkal - Marrocos

Dia de cume. Era dia de tentar atingir o cume e eu estava bem apreensivo se o conseguiria fazer. Se no primeiro dia a única dificuldade tinham sido as muitas horas de caminhada, já neste segundo dia se avizinhavam desafios bem maiores. O caminho a partir do refúgio até ao cume estava quase todo coberto de neve e a minha experiência a caminhar em neve era praticamente nula. Para agravar a situação estava com uns sapatos que são muito bons para caminhar em terreno seco mas que não são impermeáveis e cuja sola também já não tem a mesma aderência de quando eram novos o que podia ser um problema na neve. Além disso, ao contrário da esmagadora maioria dos outros caminhantes, não tinha nem crampons, nem bastões, nem piolet nem nenhum dos equipamentos específicos para subidas em alta montanha. Numa decisão de última hora consegui que um dos guias de montanha marroquinos me alugasse uns velhos bastões e um piolet que tinha para lá encostados.

Foi talvez esta apreensão, juntamente com uma tosse irritante e o nariz constantemente entupido, que não me deixaram praticamente pregar olho na noite anterior. Mas não havia volta a dar. Já que tinha chegado até ali pelo menos não ia voltar para trás sem tentar. E foi com esse espírito que passo a passo, aprendendo a caminhar na neve e a habituar-me ao meu "novo" equipamento de alta montanha, fui subindo e descansando e subindo e descansando de novo, conquistando metro a metro dos mais de 900 que tinha de subir. E tendo que descansar cada vez mais regularmente à medida que a rarefação de oxigénio se ia fazendo sentir em função da altitude.

Avistar, ainda de longe, a pirâmide que assinala o topo do Jbel Toubkal foi uma alegria e um reforço de energias para o caminho que ainda faltava. Agora já não escapava, estava ali à vista. Por volta das 10:20 da manhã do dia 30 de Abril de 2008, após quatro horas de intensa subida, atingia o cume do Jbel Toubkal a 4.167 metros de altitude! E que vista lá do topo!

Prova superada. Ou quase, porque como diz o maior alpinista português, o João Garcia, chegar ao topo é só metade da conquista pois ainda há o caminho de regresso. E descer pode ser mais rápido mas é igualmente perigoso. Felizmente correu tudo bem e a descida, com algum "skú" pelo meio, decorreu sem grandes sobressaltos.

29 abril 2008

Toubkal - Marrocos

Aldeia no caminho do Jbel Toubkal - Marrocos


A caminho do Jbel Toubkal - Marrocos


Refúgio do Toubkal - Marrocos



Marraquexe estava a ser bom mas o dever chamava. Foi tempo de mudar para Imlil, a pequena vila nas imediações das montanhas do Alto Atlas que serve de base aos caminhantes que pretendem explorar aquela sinuosa região. O Hotel Soleil foi a escolha para pernoitar e essa revelou-se uma decisão bem acertada. O incansável Abdul, para além de todos os esforços para acolher da melhor maneira os hóspedes do hotel que administra, é também um precioso conselheiro para os aventureiros com pouca experiência na arte de subir montanhas como é o meu caso.

Foi baseado nos conselhos do Abdul que, no dia seguinte, eu e os meus companheiros de viagem resolvemos não contratar guia para a caminhada (contrariamente ao que tínhamos planeado), que iniciámos bem pela manhã, e que demorou cerca de seis horas desde Imlil a 1740 metros de altitude até ao refúgio no sopé do Toubkal a cerca de 3.200.

A primeira parte do percurso ainda é feita a coberto das árvores e lado a lado com pequenas povoações que povoam o vale, mas rapidamente o cenário se transforma e, com o Toubkal lá bem no horizonte, o caminho faz-se serpenteando pacientemente as encostas rochosas e empoeiradas onde apenas as cabras encontram vestígios de vegetação. Quando as pernas já reclamam chega por fim o refúgio, que neste caso é sinónimo de comidinha quente e um tecto para descansar. Bem merecidos, diga-se de passagem!

28 abril 2008

Marraquexe - Marrocos

Praça Djemaa el Fna - Marraquexe - Marrocos

Loja de candeeiros no suq - Marraquexe - Marrocos

Marraquexe é a principal atracção turística de Marrocos. E quem já por lá passou certamente que entende bem porquê. A cidade, apesar de estar cada vez mais cosmopolita, emana um certo misticismo que se apega a quem a visita.

E há uma série de rituais que são quase obrigatórios quando se passa por Marraquexe. O primeiro que cumpri foi beber dois copos do revigorante sumo de laranja natural. Depois fui jantar nas bancas de comida que diariamente são montadas na praça Djemaa el Fna e que formam um enorme restaurante ao ar livre muito frequentado tanto por locais como por turistas. Não é o maior banquete do mundo mas faz-nos sentir verdadeiramente em Marrocos.

No dia seguinte houve tempo para percorrer o resto do circuito. Tomar chá numa das esplanadas com vista para a praça, fazer compras bem regateadas no labiríntico suq (mercado tradicional) e apreciar a arte dos acrobatas, contadores de histórias, encantadores de cobras, músicos e outros que tais que ganham e vida naquela que é provavelmente a mais famosa praça de África, a Djemaa el Fna.

27 abril 2008

Cascatas d'Ouzoud - Marrocos

Cascatas d'Ouzoud - Marrocos

Fazendo um pequeno desvio na estrada que liga Fez a Marraquexe podem visitar-se as Cascatas d'Ouzoud. Não são as quedas de água mais extraordinárias que já vi, mas não deixa de ser impressionante ver a água descer abruptamente pelos mais de 100 metros de desnível.

E o caminho pedestre, bem pelo meio das oliveiras, desde o topo das cascatas até à base e de novo de regresso ao topo já serviu para testar as pernas para a caminhada rumo ao Toubkal que viria a ter lugar dois dias depois.

26 abril 2008

Fez - Marrocos


Tinturarias - Fez - Marrocos


Tintureiros - Fez - Marrocos

Com os companheiros de viagem - Fez - Marrocos


A paragem seguinte foi Fez, a mais antiga das cidades imperiais marroquinas, onde já havia estado de passagem mas que não tinha muitas memórias desse dia.

Desta vez tive tempo para visitar a enorme Medina da cidade que para além de ser classificada como património mundial pela UNESCO é também considerada como o maior espaço urbano contínuo livre de carros a nível mundial. E de tão grande e labiríntica que é o mais provável é que mesmo o mais orientado dos turistas se perca lá dentro. Não alheios a este facto estão dezenas de marroquinos poliglotas que fazem fila a oferecerem-se para guiarem a visita... a troco de uns dirhams é claro!

Mas menos mal. Com um guia rapidamente se chega aos pontos de maior interesse da Medina. E de entre eles o destaque vai inteirinho para as tinturarias de peles a céu aberto que funcionam bem no meio do agitado lugar. O cheiro que emanam não é dos melhores e as condições de trabalho dos esforçados tintureiros não são as mais dignas mas nem por isso (ou talvez por isso) este deixa de ser um dos cartões de visita da cidade.

25 abril 2008

Chefchaouen - Marrocos

Rua - Chefchaouen - Marrocos

Grande Mesquita - Chefchaouen - Marrocos


Repetir destinos não é muito comum em mim mas regressar a Marrocos é e sempre será um prazer. Desde que visitei este belo país pela primeira vez em 2001 esta foi a terceira vez que lá voltei e ainda sinto que este destino me consegue continuar a surpreender. Desta vez o pretexto que me levou a Marrocos foi a subida ao seu ponto mais alto – O Jbbel Toubkal - que fica na cordilheira do Atlas e que está 4.167 metros acima do nível do mar.

Para lá chegar, como fui de carro desde Coruche, tive de atravessar metade de Marrocos visto que o alto Atlas fica para lá de Marraquexe. Assim, pelo caminho, fui aproveitando para revisitar alguns sítios que já conhecia e descobrir outros que me pareciam interessantes.

A primeira paragem foi em Chefchaouen, uma pequena e tranquila cidade que fica junto às montanhas do Rif e sobre a qual já tinha ouvido falar muito bem. E de facto, Chefchaouen não decepcionou com as suas casas caiadas de branco a lembrar as aldeias alentejanas mas onde sobressai o azul/céu que tinge as paredes até meia altura. E é um regalo podermo-nos perder pelo emaranhado de ruas estreitas que invariavelmente vão desaguar à praça central onde está a Grande Mesquita e o Kasbah onde funciona o museu da cidade. Na praça é onde tudo se passa e é também o melhor sitio para se medir a tranquila pulsação do lugar enquanto se aprecia um revigorante chá de menta numa das concorridas esplanadas que adornam o lugar.

24 abril 2008

Marrocos 2008

Avô e neta - Chefchaouen - Marrocos

Durante as duas curtas semanas que recentemente tive de férias decidi dedicar uma para revisitar o reino de Marrocos.
Nesta que foi a quarta vez que visitei o segundo país geograficamente mais próximo de Portugal, resolvi reservar uns dias para subir ao ponto mais alto das montanhas do Atlas e do norte de África, o Jbel Toubkal com 4167 metros de altitude.
Foi uma semana bem intensa e brevemente aqui darei conta disso mesmo.

06 março 2008

Aqui em África

Aqui em África

Aqui em África é o blog que criei quando, há quase um ano, vim viver para Angola. Na altura tratava-se de uma mudança importante na minha vida e como Angola é um sítio que desperta curiosidade em muita gente achei que seria interessante partilhar um pouco da minha experiência por terras africanas.

A minha intenção era publicar fotos e relatos da minha vida por aqui com regularidade. Mas, por uma série de factores (falta de tempo, net lenta, poucas fotos, etc.), este tem sido um projecto adiado. Ainda assim, amiúde, tenho publicado algumas fotos com curtas legendas que estão longe de poderem dar uma ideia de como se organiza a vida por aqui mas que mostram alguns dos lugares angolanos por onde tenho passado.

Não é o que idealizei mas é alguma coisa. Por isso convido-vos a visitar.

http://psantos44.blogspot.com/

28 outubro 2007

Windhoek - Namíbia

Windhoek - Namíbia

A muito limpa e ordenada cidade de Windhoek ao sábado à tarde quando lá regressei era um sítio calmo e sem grande agitação. Mas à noite, na festa de Reggae num pub local a que fui com alguns dos companheiros da expedição de Sossusvlei, deu para perceber a verdadeira energia deste povo e como a música lhes diz tanto. Good Vibe!
E foi assim a Namíbia…

27 outubro 2007

Sossusvlei - Namíbia


Árvore morta - Sossusvlei - Namíbia

A escalar a rocha - Sossusvlei - Namíbia

Nascer do sol - Sossusvlei - Namíbia


Tentativa artística - Sossusvlei - Namíbia


Nesta parte do muito extenso e mais antigo deserto do mundo – o Deserto do Namibe, que se estende desde o sul de Angola até quase ao fundo da Namíbia – pode-se também visitar um fenómeno da natureza que são umas árvores que estão completamente sem vida há séculos mas que se mantém bem firmes em pé e cuja madeira aparenta ainda estar para durar por muito tempo. Uma das explicações que se apontam é o facto de o clima inóspito não permitir a sobrevivência dos parasitas da madeira. A esta parte do parque chamam Deadvlei. Por perto há ainda um desfiladeiro cavado por um rio que só tem água na época das chuvas mas que é conhecido por estas bandas por ser o cenário de uma famosa lenda local.

O cenário era lindo a companhia era boa a o alojamento era básico mas aguentava-se mas… o tempo era escasso. As férias não esticam e uma semana passa a correr. Por isso, lá tive de regressar a Windhoek no sábado, 27 para poder apanhar o avião no dia seguinte de manhã. O caminho de volta foi novamente demorado e empoeirado e a sensação para mim já era a de descompressão de fim de viagem.

26 outubro 2007

Sossusvlei - Namíbia

Com a alemã Astrid - Sossusvlei - Namíbia


A descer a duna - Sossusvlei - Namíbia


Árvore junto à duna - Sossusvlei - Namíbia


Deadvlei - Sossusvlei - Namíbia

Talvez melhor que o pôr-do-sol no cimo da dunas só mesmo o nascer do sol no cimo da dunas… Por isso no segundo dia a ordem foi levantar bem cedo para ir ver o nascer do sol no cimo da duna a que convencionaram chamar Duna 45.

Mais uma dura caminhada até ao topo mas mais uma vez o esforço é amplamente recompensado. Simplesmente soberbo! E desta vez a máquina fotográfica não me deixou ficar mal…

25 outubro 2007

Sossusvlei - Namíbia

Formiga ao pormenor - Sossusvlei - Namíbia


Ondulado - Sossusvlei - Namíbia


Perna longa - Sossusvlei - Namíbia


Dunas - Sossusvlei - Namíbia


Como previsto chegámos à zona de Sossusvlei com tempo suficiente para montar o acampamento (pois… porque eu fui com orçamento de campista) e ainda a tempo de subir às dunas mais próximas para ver o pôr-do-sol.

A caminhada para o topo das dunas, na areia solta e fofa, não é nada fácil mas a recompensa vale cada gota de suor. A vista é magnífica, e ao pôr-do-sol as dunas ficam com uma cor ainda mais espectacular!

Pena foi que a minha máquina fotográfica não quis colaborar e resolveu gastar as pilhas todas antes da apoteose (se calhar teve a ver com o facto de me ter fartado de fotografar no caminho para o topo...). Mas até foi bem assim pois, apesar de não ter registos, acabei por aproveitar melhor o momento em que o enorme sol finalmente se escondeu no horizonte.

Sossusvlei - Namíbia

A cruzar o Trópico de Capricórnio - Namíbia



Paisagem - Namíbia


A 1ª duna - Sossusvlei - Namíbia


A fotografar - Sossusvlei - Namíbia

Depois de regressar a Windhoek não houve tempo a perder e no dia seguinte, bem cedo, estava novamente de partida para mais uma estirada de várias horas. Desta vez o destino eram as famosas dunas vermelhas de Sossusvlei.

O caminho nesta zona é bem mais acidentado e a paisagem deixa ver algumas montanhas e desfiladeiros interessantes. O mau é que isso significa muitas curvas na estrada que, ainda por cima, é de terra batida. Ou seja, cada vez que nos cruzamos com outra viatura temos de fechar as janelas à pressa para não sermos invadidos de pó. Felizmente que não havia muito trânsito!

24 outubro 2007

Etosha - Namíbia

Leoas - Etosha - Namíbia


Pôr do Sol - Etosha - Namíbia

Acampamento - Etosha - Namíbia


Kudu - Etosha - Namíbia

Ao terceiro dia, após o pequeno-almoço, foi tempo de arrumar a trouxa e começar a pensar no regresso a Windhoek. Mais sete horas de caminho na paisagem quase sempre plana, seca e monótona daquela zona da Namíbia.

O Etosha já ficava para trás mas na minha memória ainda estavam bem frescas as imagens dos animais selvagens em todo o seu esplendor e apenas à distância de um olhar. Assim como estavam bem vivas as memórias das noites de luar passadas à fogueira a ouvir histórias de África e a observar os matreiros chacais a rondarem o acampamento que me serviu de casa nos últimos dias.


23 outubro 2007

Etosha - Namíbia

Gazelas - Etosha - Namíbia
Eu a ver elefantes - Etosha - Namíbia


Zebra - Etosha - Namíbia


Céu - Etosha - Namíbia

Durante os três dias em que estive no parque tive oportunidade de ver uma enorme quantidade e alguma variedade de animais selvagens.

Foram muitas gazelas, zebras, kudus, girafas, impalas, gnus, oryx, elefantes, avestruzes, chacais, perdizes e aves diversas. Alguns leões, águias, esquilos e lagartos. Uma hiena e um rinoceronte e mais uma quantidade de outras espécies de animais de que nem sequer sei o nome.

Houve alguns que tinha grandes esperanças de ver, como o leopardo, o crocodilo, a chita e o rinoceronte mas infelizmente eles não se quiseram mostrar. Timidez talvez... ou então andavam entretidos a caçar.

Sem dúvida que a savana africana proporciona momentos de uma beleza e tranquilidade assinaláveis. O pôr do sol africano é magnifico e é uma altura de grande actividade junto aos charcos de água. E adormecer com o som das hienas, dos chacais e dos leões como música de fundo é simplesmente inesquecível!

Etosha - Namíbia

Águia - Etosha - Namíbia

Bicharada - Etosha - Namíbia


Girafa - Etosha - Namíbia


Oryx - Etosha - Namíbia


O Etosha é um enorme parque natural no norte da Namíbia famoso por estas bandas por ser habitado por uma enorme variedade de animais selvagens alguns dos quais em perigo de extinção e que já só encontram mesmo nesta região.

Apesar do terreno ser muito árido e da vegetação ser essencialmente rasteira e seca por aqui passeiam alguns dos maiores e mais imponentes mamíferos do planeta. Eles estão um pouco por todo o parque mas a melhor forma e com mais garantias de os observar é esperar junto aos charcos de água onde, invariavelmente, todos mais cedo ou mais tarde vêm saciar a sede.

22 outubro 2007

Etosha - Namíbia

Entrada no Parque Nacional Etosha - Namibia


Girafas - Etosha - Namíbia

Hiena - Etosha - Namíbia

Elefante - Etosha - Namíbia
A Namíbia passou a estar na minha lista de prioridades para visitar desde que vim viver para Angola. Toda a gente com quem falei que já conhecia este país do sul de África me deu as melhores referências. Que «vale muito a pena visitar», que «nem parece África», que «é muito limpo e organizado», que «tem atractivos turísticos fantásticos»… enfim. Por isso, agora que consegui tirar uma semana de férias resolvi ver com os meus próprios olhos.

A Namíbia é um país relativamente recente, que apenas ganhou a sua independência em relação à África do Sul em 1990 (antes da África do Sul tinha sido uma colónia alemã até à I Guerra Mundial). É um país de vastas áreas mas de baixa densidade populacional. Para se ter uma ideia a Namíbia, em termos de área total, é cerca de nove vezes maior que Portugal mas no seu território apenas habitam dois milhões de pessoas.

Ao segundo dia da minha estadia no país pude perceber isso perfeitamente quando fiz a viagem desde a capital Windhoek até ao Parque Nacional Etosha. Cerca de sete horas de viagem em que se encontram apenas quatro ou cinco pequenas povoações pelo caminho.

21 outubro 2007

Namíbia

Eu nas dunas em Sossusvlei - Namibia

Entre os dias 21 e 28 de Outubro de 2007 fiz uma breve incursão pela Namibia. Durante essa semana visitei o Parque Nacional Etosha e as dunas vermelhas em Sossusvlei. Tive ainda tempo para ver um pouco da capital Windhoek.

Brevemente publicarei aqui algumas das lindas fotos que esta viagem proporcionou.